segunda-feira, outubro 23, 2017
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Dia do nascituro

O Dia do Nascituro

Ao celebrarmos o Dia do Nascituro, queremos também protegê-lo

Qual é o lugar mais perigoso de viver no mundo hoje? Será a Síria, onde milhares morrem vítimas de uma atroz guerra civil? Serão os lugares do submundo do crime? Seria nas igrejas cristãs, situadas em pleno território islâmico? Onde? O lugar mais perigoso do mundo para se viver é a barriga da própria mãe. É por essa razão que celebramos o Dia do Nascituro.

Essa é uma realidade que seria inimaginável se não fosse verdade. O lugar, que deveria ser o mais aconchegante e terno do mundo, tornou-se a passagem mais perigosa que um ser humano pode fazer na sua existência.

Se, neste momento, eu fosse uma alma prestes a ser infundida num embrião humano e tivesse consciência disso, eu estaria apavorado. Não são milhares, mas milhões e milhões de crianças brutalmente assassinadas, por ano, no ventre materno. E o pior: por quem? Pela própria mãe, pelo próprio pai.

A importância do Dia do Nascituro

Se a vida humana, em seu momento mais tenro e indefeso, está sob a mira de quem mais deveria guardá-la e protegê-la, de que ela vale? Ela não tem mais valor absoluto e inviolável, está condicionada à segurança, ao bem-estar e aos interesses de terceiros. Nessa escala de valores, toda a vida humana está em risco.

Por essa razão, o Dia do Nascituro, comemorado no dia 8 de outubro, celebra, especialmente, a vida do bebê no ventre de sua mãe. E não somente isso: celebramos, neste dia, o valor inviolável da dignidade da vida humana, do seu início até o seu fim.

Não é somente a vida do nascituro que está em questão, mas a vida humana, especialmente em sua condição de fragilidade e inutilidade para a sociedade.

Tanto é que a legalização do aborto, até o último instante antes do nascimento, em alguns países, já faz surgir uma lógica, que é a “eutanásia de recém-nascidos”.

Algumas pessoas, na Holanda, Alemanha e acadêmicos na Austrália, raciocinam que, se a criança pode ser morta um minuto antes de seu nascimento natural, por que não poderia o ser alguns minutos após o seu nascimento? Muito lógico!

Isso pouparia os gastos com exames pré-natais, para verificar patologias genéticas entre outras.

Essa eugenia pós-natal ainda não soa bem, mas, em breve, se tornará lei. Daí, virão novos passos, como eugenia em qualquer fase da existência humana, conquanto que a vida não esteja de acordo com os padrões sociais da época.

Fonte: Canção Nova